Domingo de sol, finalmente a chuva deu trégua. Coloquei o celular para despertar às 9:30, mas o corpo pediu mais descanso e só me despertei às 10 e alguma coisa. Sem ânimo para nada, peguei o livro que eu estou lendo de psicologia e comecei a ler. Após a leitura, levantei sem fome alguma, o que é estranho. Mais estranho ainda foi minha vontade de dar às caras no quintal de casa e de tirar meu querido pijama, trocando-o por um short e uma camiseta. Após sentir o ar livre, tirei algumas fotos das flores. Fui entrar em casa pela porta dos fundos. Minha avó havia pintado o cabelo e tinha esquecido o espelho na varanda. Inevitavelmente, parei e me olhei. E por incrível que pareça, ao invés de buscar minhas imperfeições e lembrar que eu preciso perder algumas medidas, me analisei como um todo, em silêncio e com zero críticas no pensamento. Entrei na cozinha e disse em voz alta: Eu amo meu corpo! Amo, amo mesmo, cada pedacinho dele. Minha avó estava me escutando e afirmou que também gostava do dela. Acho que se cada pessoa que vive insatisfeita com sua aparência, parasse um dia com seus julgamentos e elogiasse o que é, apreciasse cada curva, cada detalhe do rosto, elas seriam mais felizes. Para admirar-se não é necessário a presença da perfeição, até porque, até as mais belas tem lá suas falhas biológicas. Enfim, comecei descrevendo como foi o meu dia, e agora estou aqui fazendo uma apelação para você se amar mais. É, escritores têm dessas coisas, começa falando de uma coisa, termina falando de outra. Mas o que a gente quer mesmo é que você entenda a mensagem principal! Nesse texto, a informação crucial é a de se gostar verdadeiramente. Mas por que verdadeiramente? Porque quando gostamos de algo de verdade, não há nada que diminua o carinho e o apreço. Amar o corpo é uma ação que deveria ser praticada todos os dias. Seja se olhando no espelho agradecendo a Deus por ele, correndo na beira da praia, alimentando-se de forma saudável ou bebendo mais água; ou quem sabe, fazendo todas essas coisas.
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06 outubro 2013
Espelho, espelho meu.
Domingo de sol, finalmente a chuva deu trégua. Coloquei o celular para despertar às 9:30, mas o corpo pediu mais descanso e só me despertei às 10 e alguma coisa. Sem ânimo para nada, peguei o livro que eu estou lendo de psicologia e comecei a ler. Após a leitura, levantei sem fome alguma, o que é estranho. Mais estranho ainda foi minha vontade de dar às caras no quintal de casa e de tirar meu querido pijama, trocando-o por um short e uma camiseta. Após sentir o ar livre, tirei algumas fotos das flores. Fui entrar em casa pela porta dos fundos. Minha avó havia pintado o cabelo e tinha esquecido o espelho na varanda. Inevitavelmente, parei e me olhei. E por incrível que pareça, ao invés de buscar minhas imperfeições e lembrar que eu preciso perder algumas medidas, me analisei como um todo, em silêncio e com zero críticas no pensamento. Entrei na cozinha e disse em voz alta: Eu amo meu corpo! Amo, amo mesmo, cada pedacinho dele. Minha avó estava me escutando e afirmou que também gostava do dela. Acho que se cada pessoa que vive insatisfeita com sua aparência, parasse um dia com seus julgamentos e elogiasse o que é, apreciasse cada curva, cada detalhe do rosto, elas seriam mais felizes. Para admirar-se não é necessário a presença da perfeição, até porque, até as mais belas tem lá suas falhas biológicas. Enfim, comecei descrevendo como foi o meu dia, e agora estou aqui fazendo uma apelação para você se amar mais. É, escritores têm dessas coisas, começa falando de uma coisa, termina falando de outra. Mas o que a gente quer mesmo é que você entenda a mensagem principal! Nesse texto, a informação crucial é a de se gostar verdadeiramente. Mas por que verdadeiramente? Porque quando gostamos de algo de verdade, não há nada que diminua o carinho e o apreço. Amar o corpo é uma ação que deveria ser praticada todos os dias. Seja se olhando no espelho agradecendo a Deus por ele, correndo na beira da praia, alimentando-se de forma saudável ou bebendo mais água; ou quem sabe, fazendo todas essas coisas.
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